Home / Direito do trabalho / Jornalista pode exercer profissão sem diploma.

ERRATA / ERRAMOS – AO FINAL DO VIDEO INFORMAMOS QUE A ASSOCIAÇÃO DAS EMPRESAS DECLARARAM QUE CONTINUARÃO EXIGINDO O DIPLOMA. O ERRO ESTÁ AQUI. QUEM DISSE ISSO FORAM OS REPRESENTANTES DE CLASSE DOS JORNALISTAS, AS EMPRESAS PENSAM O CONTRÁRIO, QUE PODEM CONTRATAR SEM EXIGÊNCIA DE DIPLOMA. PEÇO DESCULPAS PELO ERRO.

Prezados Leitores,

Comentamos no video acima a respeito da decisão do STF, quanto ao exercício da profissão do jornalista, sem diploma, e sobre a postura das empresas de mídia a respeito da auto-regulamentação.

Sds Marcos Alencar

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10 Comentários para “Jornalista pode exercer profissão sem diploma.”

  1. JOÃO BEZERRA LIMA Says:

    SOMOS TÁO PROFISSIONAIS COMO OS QUE SE FORMARAM.TEMOS A EXPERIENCIA DA VIDA REAL.ESTAMOS REALMENTE NUMA DEMOCRACIA E LIBERDADE DE EXPRESSÃO. NA VERDADE, TODOS SOMOS PACIVEIS DE ERRO, INDEPENDENTEMENTE DE SER OU NÃO FORMADO. O QUE VALE É A EXPERIENCIA E O TALENTO

  2. Jorge Fernando dos Santos Says:

    Sem diploma e sem compromisso

    A anulação do Decreto-Lei 972/69 pelo Supremo Tribunal Federal (STF), no dia 17 de junho, pode não representar um mal em si, mas com certeza causa muita polêmica. Afinal, se para ser repórter não é preciso diploma, por que alguém deveria frequentar a faculdade para se tornar advogado ou para disputar uma vaga de juiz? Não bastaria conhecer a Constituição Federal, o Código Penal e as leis ordinárias para exercer a função com a devida competência?

    Teoricamente, exigir diplomas de juristas também contraria o senso democrático e os princípios da igualdade social. Todo mundo sabe que a justiça brasileira é demasiadamente cara, desigual e elitista. Enquanto um pobre é condenado por roubar um pote de margarina num supermercado, o rico que lava dinheiro ou pratica crimes do colarinho branco pode gozar de plena liberdade sem nem mesmo ser algemado.

    Afirmar que a profissão de jornalista não oferece perigo de dano à coletividade é ignorar a história recente do mau exercício da profissão. Em todo o mundo, muita gente tem recorrido à Justiça por se sentir caluniada ou difamada pela chamada “imprensa marrom”. É só lembrar o caso da Escola de Base de São Paulo, cujos donos foram injustamente acusados de um crime que não cometeram e tiveram suas vidas arruinadas.

    Na Europa, recentemente, um cidadão português processou vários jornais depois de ser apontado como suspeito de ter sequestrado a menina britânica Madeleine. O curioso é que quando a imprensa erra geralmente publica a retratação numa notinha de pé-de-página, que quase ninguém lê. E se alguns diplomados agem dessa forma que dirá os sem-diploma, que pela ausência de formação especializada pouco sabem sobre ética e responsabilidade.

    Ora, ora, ora! O problema do jornalismo não era o diploma. Embora existam diplomados incapazes de exercer a profissão com a devida competência em qualquer ramo de negócio, o fato é que a lei não exigia formação específica de articulistas e colaboradores. O diploma era necessário, sim, para o exercício pleno de atividades restritas à reportagem e à edição de notícias. Ao médico, por exemplo, sempre foi permitido assinar artigos sobre medicina. Da mesma forma, um chef de cozinha escreve receitas e um cidadão comum se manifesta nas seções de opinião.

    Argumentar que o diploma tolhia a liberdade de informação é o mesmo que culpar os jornalistas pelo fato de alguns donos de jornais terem compromissos obscuros com o poder econômico ou com políticos de idoneidade duvidosa. Num país onde o analfabeto pode votar e até se eleger deputado ou presidente da República, diploma nenhum haveria mesmo de fazer falta. Convém ressaltar que a linha editorial do noticiário é estabelecida pelos patrões, quase nunca pelos jornalistas. Ao contrário do que dizem, o fim do diploma compromete a liberdade de imprensa e o livre exercício da informação.

    Do ponto de vista prático, devemos reconhecer que o jornalista já nasce jornalista. Curiosidade e sede de conhecimento são as suas principais características. A passagem pela faculdade se faz necessária para abrir seus horizontes às particularidades da profissão, acrescentando conhecimentos de sociologia, história, ética, estética, técnicas de redação e teoria da comunicação. Uma faculdade que vende diplomas ou que despeja no mercado centenas de profissionais despreparados deveria simplesmente ser fechada pelo Ministério da Educação. No entanto, esse tipo de prática não se restringe às comunicações.

    O problema da decisão do STF é que o assunto não foi devidamente discutido com a sociedade. Não foi feito um plebiscito, uma pesquisa de opinião pública ou mesmo um seminário com a presença de patrões e trabalhadores do setor. O curso de jornalismo poderia, por exemplo, se transformar numa pós-graduação. Mas como, se agora nem é preciso ter um curso superior para exercer a profissão? Cozinheiro e jornalista estão no mesmo nível, oferecendo riscos semelhantes ao público. Se o primeiro pode envenenar a freguesia com um atum estragado, o segundo pode destruir reputações. Devo dizer que não tenho nada contra cozinheiros, mas não posso ser comparado a eles simplesmente porque não sei cozinhar e acredito que boa parte deles não sabe escrever.

    Há poucos dias também sepultaram a Lei de Imprensa, que regulamentava a responsabilidade da mídia no País. Aliás, cabe aqui abrir um parêntese: o jornalismo faz parte da mídia, mas a mídia não se resume ao jornalismo. Nos Estados Unidos, por exemplo, é vetado o monopólio das comunicações. O empresário tem que escolher entre ser dono de um grande jornal ou de uma rede de televisão. No Brasil, desde os tempos do poderoso capitão Chatô, quanto mais, melhor. E o mais curioso é que ninguém discute o assunto.

    Os donos de jornais e de emissoras de rádio e TV certamente acreditam que a decisão do Supremo beneficia seus interesses. Afinal, sem a exigência do famigerado diploma, podem empregar quem bem entender, condenando ao esquecimento 40 anos de lutas sindicais pela regulamentação da profissão e pela fixação de salários justos para uma categoria que teve papel fundamental na redemocratização do País.

    Se a remuneração e o respeito profissional já deixavam a desejar, as coisas tendem a piorar daqui para frente. Se a qualidade dos periódicos brasileiros tem caído a olhos vistos, sobretudo depois do advento da Internet, a não exigência do diploma de jornalista joga uma pá de cal sobre o exercício digno da profissão e abre as redações aos aventureiros.

    http://www.jorgefernandosantos.com.br

  3. Zizi Pimentel Says:

    Agrada-me essa oportunidade de poder ser e praticar a profissão de jornalista, mesmo não tendo um diploma, de Ensino Superior. Há mais de 20 anos,faço isso! Gosto de informar, escrever artigos, notas, notícias e contribuir com possibillidades de levar conhecimento as pessoas,e sei que isso só é possível,através de veículos de comunicação, hoje favorecido pela tecnologia da internet.Porém,tenho muitas deficiências na ortografia, assim como, concordâcia verbal,pontuações e outras.Tenho absoluta certeza que um ensino superior me favoreceria nessa deficiência,todavia vejo constantemente jornalistas diplomados, sem nenhuma intimidade com a profissão, sem postura, pronuncia ruim e errada, sem comprometimento, fazendo por fazer, não colocando a seriedade da profissão como um item relevante, e não valorizando o que leva para o expectador de qualquer mídia. Sendo assim, entendo e torço para que somente pesoas comprometidas, pró- ativas, de boa índoli, consciente, com senso de responsabilidade, respeito a privacidade alheia e outros predicados necessários se habilitem a exercer essa profissão, e mesmo assim procurando se aperfeiçoar sempre, buscando ajuda de quem está verdadeiramente habilitado.Sendo assim, tenho certeza que essa decisão irá acrescentrar e jamais prejudicar a quem quer que seja. Sugiro que todos os jovens que tem o desejo/objetivo de ser jornallista, faça um curso superior sim. Pois, nosso ensino médio atual é precário, os jovens falam cada vez mais errado, escrevem pior do que eu e não tem a mínima noção de limites. O conhecimento garante o sucesso em qualquer profisão. Coloque carinho e dedicação em tudo que fizer e você será uma pessoa melhor, independente dos diplomas que você possuir. Zizi Pimentel
    zizipimentel@bol.com.br

    Zizi Pimentel

  4. Edward Wilson Martins Says:

    Li o comentário da Zizi Pimentel e espera aí um pouco Zizi, onde estão os erros que vc falou de sua escrita? Se não falasse nada, ninguém iria ler o seu texto com espírito crítico e ficar atento a eventuais erros ortográficos. Desses, captei apenas três, mesmo assim, creio que erro de digitação. Há bem piores feitos pelos diplomados. Coerência, fluência, raciocínio organizado, texto simples, direto e lúcido e outras qualidades é fácil verificar em seu comentário, além de mostrar sinceridade. Precisa mais? Quanto à decisão do STF ela foi um marco histórico em defesa da plena democracia e da liberdade de expressão e o Brasil agora se alia a todos os países onde ela existe. Ficamos fora do bloco autoritário e ditatorial, e agora esse controle da informação só existe mesmo em países como a Coréia do Norte, China, Irã, Arábia Saudita e ditaduras da África. O país deu um grande salto positivo para se tornar sério e passar a discutir de forma responsável e lúcida os seus grandes problemas, sem censura e tacões de Sindicatos e MTbs. Parabéns, Ministros do STF, liberdade agora e sempre, mesmo que tarde.

  5. joao batista da silva abreu Says:

    aho que há razão para tal medida. O JORNALISTA PRECISA DE DIPLOMA QUANDO NÃO TEM ATIVIDADES LITERÁRIA, SEM CONHECIMENTO DO GERAL. O DIPLOMA EM SÌ NÃO E SUFICIENTE COMO “HABEAS CORPUS”, POIS TALENTO É INATO. MELHORA NA MEDIDA QUE O PROFISSIONAL PELA PRÁTICA, TEM BOA DESENVOLTURA. TODOS SABEM QUE O NOSSO PRESIDENTE NÃO TEM DIPLOMA (ACHO NECESSÁRIO NESTE CASO) É NOSSO PRESIDENTE ( DO BRASIL). NÃO DISPENSO O DIPLOMA, MAS DEPENDE DE UMA RECILHAGEM PARA OUTORGAR-LHES A POSSIBILIDADE DE TRABALAR SEM DIPLOMA. VEJAM QUE ATÉ A OAB NECESSITA DE UMA EXPERIÊNCIA FÁTICA PARA DIPLOMAR O BACHAREL EM DIREITO.

  6. Alessandra Alencar Says:

    A forma do saber expressar não depende de canudo, mais de se mesmo eu já trabalho há um bom tempo na área de comunicação e não fiz jornalismo e vejo que minha matérias que também são produzidas por mim não deixam a desejar , pois já trabalhei com cinco jornalistas perdidos no tempo, isso prova que para transmitir a notícia de forma direta e clara o diplima não é fundamental. mesmo assim eu tenho minha DRT de jornalista , dei entrata no ministério do trabalho remida de documentos . mesmo assim as emissoras queriam o diploma , estou muito feliz com essa mudança. pórem o fato do não diploma na minha opinião não quer dizer que qulaquer pode apresentar um jonal de grande porte ou assinar um artigo , para tudo nessa áres tem que se ter conteúdo. ESPERO QUE NÃO SEJA ANULADA ESSA VITÓRIA!

  7. TONY DI TERLIZZI Says:

    NÃO VEJO NECESSIDADE DE UM DIPLOMA PARA EXERCER A PROFISSÃO DE JORNALISTA.
    E COMPARAR DETERMINADAS PROFISSÕES COMO EXEMPLO NÃO JUSTIFICA O FATO.QUANTOS PROFISSIONAIS SEM DIPLOMAS DERAM AULAS NAS FALCUDADES DE JORNALISMO?MUITOS COM CERTEZA.O QUE VALE É EXPERIÊNCIA, AGILIDADE E TALENTO.
    ESSES FATORES PODEM ESTAR COM OS DIPLOMADOS E NÃO DIPLOMADOS.SE A PESSOA ESCOLHEU A PROFISSÃO QUE REALMENTE GOSTA COM CERTEZA TERÁ SUCESSO INDEPENDENTE DE UM DIPLOMA.

  8. Victor Marques Says:

    Para mim, ser jornalista é um sonho de uma vida inteira. Desde o ensino médio sonho com isso, porém as dificuldades em pagar por um bom curso particular e a instrução defasada na escola pública que me impediu de postular uma vaga em uma instituição pública, me fizeram praticamente enterrar este sonho.

    Só gostaria de dizer aos críticos de plantão que comprometimento, seriedade e caráter são coisas que não se aprende na faculdade. Não preciso citar os grandes jornalistas de ofício para justificar minha posição. Não se esqueçam de que sempre haverá bons e maus profissionais, mas isso não tem necessariamente a ver com a faculdade que se cursa ou se deixa de cursar.

  9. marta audi Says:

    Sou jornalista,bacharel em direito,formada em filosofia.Trabalho com jornalismo há mais de 20 anos.Sou a favor da não exigência de diploma para profissionais do jornalismo.No entanto,um deputado estadual de meu Estado,Mato Grosso do Sul, criou uma lei apresentada em plenário,proibindo que o Estado,por ocasião de concurso público,contrate jornalistas que não apresentarem diploma.Mesmo que esse profissional tenha passado em concurso público.O referido deputado estadual é do Partido dos Trabalhadores.A lei é inconstitucional,por motivos óbvios.Mas foi aprovada…Gostaria de manter meu nome e e-mail em sigilo´,pois corro o risco de ser persseguida profissionalmente.Aqui a democracia é assim….Obrigada.

  10. lucas Says:

    Convenhamos, para fazer o “jornalismo” que estes “profissionais” tem apresentado ao longo destes anos não é necessário diploma !
    Basta ter ganância, desrespeito para com os verdadeiros problemas do país, demagogia, hipocrisia e vaidade.

    Depois que a perda de tempo de cobrir a vida e os escândalos das “celebridades virou “jornalismo”, esperar o quê !!?? E a mosca morta pelo Obama não ganhou mais espaço do que tantas outras questões de nossa falida sociedade !!??

    Qualquer um pode exercer tal ofício !!

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