<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
		>
<channel>
	<title>Comentários sobre: Se coloque na posição do demitido.</title>
	<atom:link href="http://www.marcosalencar.com.br/2009/09/12/o-gestor-deve-se-colocar-no-lugar-do-demitido/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.marcosalencar.com.br/2009/09/12/o-gestor-deve-se-colocar-no-lugar-do-demitido/</link>
	<description>Um blog sobre direito trabalhista</description>
	<lastBuildDate>Fri, 03 Sep 2010 19:55:06 -0300</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8</generator>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
		<item>
		<title>Por: José Ilson Peixoto</title>
		<link>http://www.marcosalencar.com.br/2009/09/12/o-gestor-deve-se-colocar-no-lugar-do-demitido/comment-page-1/#comment-1126</link>
		<dc:creator>José Ilson Peixoto</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Aug 2009 15:36:47 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.marcosalencar.com.br/?p=797#comment-1126</guid>
		<description>Muito oportuna a matéria posta didaticamente em discussão, pois atualmente, em  tempos de globalização(aliás o que é isso? talvez uma bela muleta para os incompetentes?), é muito comum os ditos gestores, sejam públicos ou privados, aplicarem o ditado &quot;farinha pouca, meu pirão primeiro&quot;, numa total demonstração de despreparo, insegurança e egoismo, e, quando se depara com algum problema custos ou receita para resolver, fora as rotinas diárias de um administrador. E nesses momentos optam, sem pestanejar, pela dispensa de seus colaboradores, esquecendo-se que, nos final das contas, a empresa só funciona porque existem aqueles que nela trabalham, devendo se valorizados na medida de sua necessidade e do alcance social que representa uma dispensa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito oportuna a matéria posta didaticamente em discussão, pois atualmente, em  tempos de globalização(aliás o que é isso? talvez uma bela muleta para os incompetentes?), é muito comum os ditos gestores, sejam públicos ou privados, aplicarem o ditado &#8220;farinha pouca, meu pirão primeiro&#8221;, numa total demonstração de despreparo, insegurança e egoismo, e, quando se depara com algum problema custos ou receita para resolver, fora as rotinas diárias de um administrador. E nesses momentos optam, sem pestanejar, pela dispensa de seus colaboradores, esquecendo-se que, nos final das contas, a empresa só funciona porque existem aqueles que nela trabalham, devendo se valorizados na medida de sua necessidade e do alcance social que representa uma dispensa.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Marcos Alencar</title>
		<link>http://www.marcosalencar.com.br/2009/09/12/o-gestor-deve-se-colocar-no-lugar-do-demitido/comment-page-1/#comment-997</link>
		<dc:creator>Marcos Alencar</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2009 08:40:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.marcosalencar.com.br/?p=797#comment-997</guid>
		<description>Prezado Carlos,

Muito importante a sua consideração, deixa claro que estamos no caminho certo quando defendemos respeito e consideração no ato do afastamento. Sds Marcos Alencar.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezado Carlos,</p>
<p>Muito importante a sua consideração, deixa claro que estamos no caminho certo quando defendemos respeito e consideração no ato do afastamento. Sds Marcos Alencar.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Carlos Oliveira</title>
		<link>http://www.marcosalencar.com.br/2009/09/12/o-gestor-deve-se-colocar-no-lugar-do-demitido/comment-page-1/#comment-992</link>
		<dc:creator>Carlos Oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2009 17:41:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.marcosalencar.com.br/?p=797#comment-992</guid>
		<description>Boa tarde, Marcos, tudo bem?

Eu mesmo já tive uma experiência parecida profissionalmente. Era advogado de um reclamante e a Empresa propôs um acordo no processo que, no meu entendimento, era muito interessante. Porém, o Reclamante não quis fazer o acordo. O processo continuou e depois de 9 anos terminou com a condenação e pagamento do crédito. Neste dia, perguntei ao Reclamante porque ele não tinha aceitado o acordo, preferindo esperar 9 anos para receber o crédito.
Ele me disse mais ou menos da seguinte forma: &quot; Doutor, eu trabalhei durante 30 anos para esta empresa e nunca tive sequer uma falta. E me mandaram embora como se eu fosse um cachorro, um ladrão, com uma pessoa do RH vigiando para que eu não pegasse alguma coisa da empresa. Por isso, resolvi entrar com o processo, o dinheiro nem é importante.&quot; 
Neste momento, entendi que ele havia entrado com o processo não pelo dinheiro, mas sim pela maneira desrespeitosa com que havia sido despedido.
Sds
Carlos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Boa tarde, Marcos, tudo bem?</p>
<p>Eu mesmo já tive uma experiência parecida profissionalmente. Era advogado de um reclamante e a Empresa propôs um acordo no processo que, no meu entendimento, era muito interessante. Porém, o Reclamante não quis fazer o acordo. O processo continuou e depois de 9 anos terminou com a condenação e pagamento do crédito. Neste dia, perguntei ao Reclamante porque ele não tinha aceitado o acordo, preferindo esperar 9 anos para receber o crédito.<br />
Ele me disse mais ou menos da seguinte forma: &#8221; Doutor, eu trabalhei durante 30 anos para esta empresa e nunca tive sequer uma falta. E me mandaram embora como se eu fosse um cachorro, um ladrão, com uma pessoa do RH vigiando para que eu não pegasse alguma coisa da empresa. Por isso, resolvi entrar com o processo, o dinheiro nem é importante.&#8221;<br />
Neste momento, entendi que ele havia entrado com o processo não pelo dinheiro, mas sim pela maneira desrespeitosa com que havia sido despedido.<br />
Sds<br />
Carlos</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Amílcar</title>
		<link>http://www.marcosalencar.com.br/2009/09/12/o-gestor-deve-se-colocar-no-lugar-do-demitido/comment-page-1/#comment-988</link>
		<dc:creator>Amílcar</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2009 10:23:29 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.marcosalencar.com.br/?p=797#comment-988</guid>
		<description>Enfocando a matéria desde outro ângulo - qual seja o das demissões decorrentes da conjuntura econômica - Stephen Kanitz relatou o seguinte episódio, por ele testemunhado em Harvard.


Ao ser perquirido, pelo Professor, sobre as medidas que tomaria em decorrência de determinado cenário econômico, assinalou o aluno:

&quot;Antes de mais nada, mandaria embora 620 funcionários não essenciais,
economizando 12 200 000 dólares.&quot;

Ao fim da exposição, eis o que lhe disse o docente:

&quot;-Levante-se e saia da sala.

-Desculpe, professor, eu não entendi - disse John, meio aflito.

-Eu disse para sair desta sala e nunca mais voltar. Eu disse: PARA FORA!
Nunca mais ponha os pés aqui em Harvard.

Ficamos todos boquiabertos e com os cabelos em pé. Nem um suspiro. Meu
colega começou a soluçar e, cabisbaixo, se preparou para deixar a sala. O
silêncio era sepulcral. Quando estava prestes a sair, o professor fez seu
último comentário:

-Agora vocês sabem o que é ser despedido. Ser despedido sem mostrar nenhuma
deficiência ou incompetência, mas simplesmente porque um bando de
prima-donas em Washington meteu medo em todo mundo.

Nunca mais na vida despeçam funcionários como primeira opção. [b]Despedir gente é sempre a última alternativa[/b].

Aquela aula foi uma lição e tanto.&quot;

Íntegra do artigo: http://www.administradores.com.br/home/nlcm/blog/voce_esta_demitido_stephen_kanitz/1956/</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Enfocando a matéria desde outro ângulo &#8211; qual seja o das demissões decorrentes da conjuntura econômica &#8211; Stephen Kanitz relatou o seguinte episódio, por ele testemunhado em Harvard.</p>
<p>Ao ser perquirido, pelo Professor, sobre as medidas que tomaria em decorrência de determinado cenário econômico, assinalou o aluno:</p>
<p>&#8220;Antes de mais nada, mandaria embora 620 funcionários não essenciais,<br />
economizando 12 200 000 dólares.&#8221;</p>
<p>Ao fim da exposição, eis o que lhe disse o docente:</p>
<p>&#8220;-Levante-se e saia da sala.</p>
<p>-Desculpe, professor, eu não entendi &#8211; disse John, meio aflito.</p>
<p>-Eu disse para sair desta sala e nunca mais voltar. Eu disse: PARA FORA!<br />
Nunca mais ponha os pés aqui em Harvard.</p>
<p>Ficamos todos boquiabertos e com os cabelos em pé. Nem um suspiro. Meu<br />
colega começou a soluçar e, cabisbaixo, se preparou para deixar a sala. O<br />
silêncio era sepulcral. Quando estava prestes a sair, o professor fez seu<br />
último comentário:</p>
<p>-Agora vocês sabem o que é ser despedido. Ser despedido sem mostrar nenhuma<br />
deficiência ou incompetência, mas simplesmente porque um bando de<br />
prima-donas em Washington meteu medo em todo mundo.</p>
<p>Nunca mais na vida despeçam funcionários como primeira opção. [b]Despedir gente é sempre a última alternativa[/b].</p>
<p>Aquela aula foi uma lição e tanto.&#8221;</p>
<p>Íntegra do artigo: <a href="http://www.administradores.com.br/home/nlcm/blog/voce_esta_demitido_stephen_kanitz/1956/" rel="nofollow">http://www.administradores.com.br/home/nlcm/blog/voce_esta_demitido_stephen_kanitz/1956/</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>
